Vitrola

O empreendedor Ramir Severiano contou seu case, no Fórum e disse que quando a gente acredita em alguma coisa e tem perserverância, a gente alcança., Mostrou como uma locadora de vídeos se transformou numa das maiores distribuidoras de livros do Brasil.

          Nasceu em Iraí, lembrou que no mundo dos negócios tem uma coisa fundamentai: conhecer pessoas. Hoje, a Vitrola, vende milhões de álbuns de figurinha da Copa. Mas nem tudo foi tão fácil assim.

          Em 2009 construí uma sede, ampliamos o café, e procurei ser distribuidor de livros. É preciso desapegar para evoluir no mercado. Muitas coisas importantes na empresa não foram ideia minha e sim de outras pessoas que eu abri espaços.

          Em 2015, seguindo o exemplo de Monteiro Lobato, colocamos uma distribuidora de livros. Pesquisamos mercado e hoje estamos vendendo 30% a menos por causa da Copa. Na São João, nos convidaram para colocar livros nas farmácias. De graça. Passei a vender para Amazon. Veio 6,5 milhões de pedidos da Amazon.

          E agora, para a Copa do Mundo…em 2022 compramos 1 milhão de envelopes. E para essa copa, o pedido que pensamos em comprar mais de 10 milhões de envelopes. Já vendemos 150 milhões e a Vitrola pediu 50 milhões de envelopes. Pagamos antecipado 100 milhões.

          A Vitrola comprou 250 milhões e criou um site só para a Copa. Isso é o que eu chamo de inovação. A tecnologia é importante mas para inovar primeiro tem que ter curiosidade. Eu quero sempre.

Rodrigo Sousa Costa

O presidente da FEDERASUL encerrou o Fórum agradecendo a presença de todos. Lembrou que o associativismo e empreendedorismo tem o poder de modificar as realidades. É possível mudar a realidade. Aconteceu em Cruz Alta, em Roca Sales.         

Lembrou que o desafio é fazer em cada FEDERASUL regional um poder e. fazer convergir para a FEDERASUL estadual. Na capital tem um tambor que transforma a realidade. Pequena parte de um grande projeto para transformar a realidade.

          Antes de encerrar enfatizou a riqueza da diversidade de FEDERASUL e disse que o maior desafio é superar a e litigância dos gaúchos. Revelou que a chave para isso, são as mulheres porque tem a característica de enxergar a floresta e depois a árvore.