Fórum SETCERGS | FEDERASUL avançou para as proposições

Este foi o segundo encontro e o terceiro e último está marcado para o dia 25 próximo A segunda etapa do Fórum SETCERGS | FEDERASUL avançou para as proposições. O primeiro encontro, realizado em janeiro, foi dedicado a análise da modelagem apresentada pelo governo gaúcho. Na reunião desta quarta (04) foram apresentadas proposições que englobam: concessões, pedido por maior atenção aos pólos de desenvolvimento econômico e turístico, além de alternativas às filas geradas nas praças de pedágio, com menção ao sistema free flow. Questões relacionadas à fiscalização e à exigência de cumprimento dos contratos também estiveram entre os temas abordados. O diálogo foi aberto pelos presidentes das duas entidades – Delmar Albarello e Rodrigo Sousa Costa, seguido da fala do secretário de Logística e Transporte do Estado, Juvir Costella, e do secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi.

A próxima agenda ocorrerá no dia 25 de fevereiro, na sede do SETCERGS, quando o Governo indicará quais contribuições poderão ser incorporadas e de que forma. O presidente da FEDERASUL e o ex-governador Germano Rigotto, foram os mediadores do Fórum. Rodrigo Sousa Costa se posicionou favorável à concessão de rodovias e disse que é preciso rediscutir o modelo do bloco 1 proposto pelo governo para encontrar um consenso sob pena do estado chegar ao fundo do poço. Ele anunciou ainda que entregou ao governo um pedido de informações do custo estimado das obras mais urgentes do Bloco 1 para reabrir o debate com lideranças e comunidades. Delmar Albarello, lembrou que não há progresso nem desenvolvimento sem estradas adequadas para escoar a produção. Ele reforçou que o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do RS defende o crescimento, mas com base em uma análise profunda e transparente dos projetos de concessão, com nitidez nos processos e segurança para a sociedade. Com uma malha rodoviária que ultrapassa 150 mil quilômetros entre rodovias federais, estaduais e municipais, o transporte rodoviário é o modal dominante no Rio Grande do Sul, responsável pela maior parte do escoamento de cargas, incluindo produtos agrícolas e manufaturados.